Foi o primeiro texto que escrevi em muito tempo, sem ser sobre ti. Um dia disse para mim mesma que não escreveria mais. Mesmo sabendo que estava a mentir a mim própria.
A nossa história ainda não acabou e pelo que vejo, está longe de estar acabada. Já não sei se isso me entristece ou alegra. Sinceramente, já não sei o que pensar. Embora continue a faze-lo, sem cessar. E por muito que pense, só me vêm perguntas e mais perguntas, todas sem respostas. Tenho de esperar, bem sei, tenho de esperar
(que o futuro é uma incógnita)
então, vou esperando, enquanto tenho mudanças de humor, mil no mesmo dia, sem razão, só porque penso e continuo a pensar.
Muitas vezes, só quero que isto tudo acabe, mas por outro lado, se acabar... Não sei como vou ficar. Já me habituei outra vez
(que estúpida)
como deixei isto acontecer? Será que o que estou a fazer é errado ou certo? Será que estou a cometer o mesmo erro?
E tenho medo. Tenho um medo enorme, a crescer dentro de mim. Sei que me vais magoar. Mas como? quando? porquê? E as perguntas continuam
(já viste?)
sem pararem nunca. Queria algum descanso, embora não o obtenha. Devia concentrar-me na escola, em vez de em ti. E no entanto, cá estou eu, uma vez mais, a escrever sobre ti, a ignorar que disse a mim própria que não o voltaria fazer. Não que isso me envergonhe, às vezes é preciso ignorar alguns pensamentos, antes que dê em louca
(ou será que já dei?)
Quero-te e não te quero. A verdade é essa. Gostava de te substituir
(desculpa a sinceridade)
mas nunca vai haver ninguém igual a ti, não há ninguém que te substitua. És unico no mundo e por vezes, chego a pensar que meu, em momentos de loucura pura, de infantilidade, de desespero e de sei-lá-mais-o-quê. E não quero que sejas
(ou quero?)
não sei. O problema é este, estás a ver? Dás-me perguntas e perguntas, todas sem respostas. Até nos meus textos, não me deixas em paz. Tiraste-me o sossego da cabeça- se bem que há muito que o perdi- e não foi só isso que me tiraste. Mas também me deste tanta coisa...
Fica comigo, não fiques; vai, não vás; gosto, não quero; quero, não quero.
(dá-me respostas por favor.
Não podes tornar isto simples? Por favor?)
Já sei, já sei. Com o tempo, o tempo.. Ai, o tempo... Quando é que o tempo começa a trabalhar? Sei que tenho de esperar. É o que tenho feito. Não sou muito paciente, admito. Mas não está já na hora? Olha que sim. Vá lá, tempo, estou à espera. Espero que não te tenhas esquecido, tu que és conhecido como o que repara tudo.
Ò tempo, olha que ainda aqui estou.
A nossa história ainda não acabou e pelo que vejo, está longe de estar acabada. Já não sei se isso me entristece ou alegra. Sinceramente, já não sei o que pensar. Embora continue a faze-lo, sem cessar. E por muito que pense, só me vêm perguntas e mais perguntas, todas sem respostas. Tenho de esperar, bem sei, tenho de esperar
(que o futuro é uma incógnita)
então, vou esperando, enquanto tenho mudanças de humor, mil no mesmo dia, sem razão, só porque penso e continuo a pensar.
Muitas vezes, só quero que isto tudo acabe, mas por outro lado, se acabar... Não sei como vou ficar. Já me habituei outra vez
(que estúpida)
como deixei isto acontecer? Será que o que estou a fazer é errado ou certo? Será que estou a cometer o mesmo erro?
E tenho medo. Tenho um medo enorme, a crescer dentro de mim. Sei que me vais magoar. Mas como? quando? porquê? E as perguntas continuam
(já viste?)
sem pararem nunca. Queria algum descanso, embora não o obtenha. Devia concentrar-me na escola, em vez de em ti. E no entanto, cá estou eu, uma vez mais, a escrever sobre ti, a ignorar que disse a mim própria que não o voltaria fazer. Não que isso me envergonhe, às vezes é preciso ignorar alguns pensamentos, antes que dê em louca
(ou será que já dei?)
Quero-te e não te quero. A verdade é essa. Gostava de te substituir
(desculpa a sinceridade)
mas nunca vai haver ninguém igual a ti, não há ninguém que te substitua. És unico no mundo e por vezes, chego a pensar que meu, em momentos de loucura pura, de infantilidade, de desespero e de sei-lá-mais-o-quê. E não quero que sejas
(ou quero?)
não sei. O problema é este, estás a ver? Dás-me perguntas e perguntas, todas sem respostas. Até nos meus textos, não me deixas em paz. Tiraste-me o sossego da cabeça- se bem que há muito que o perdi- e não foi só isso que me tiraste. Mas também me deste tanta coisa...
Fica comigo, não fiques; vai, não vás; gosto, não quero; quero, não quero.
(dá-me respostas por favor.
Não podes tornar isto simples? Por favor?)
Já sei, já sei. Com o tempo, o tempo.. Ai, o tempo... Quando é que o tempo começa a trabalhar? Sei que tenho de esperar. É o que tenho feito. Não sou muito paciente, admito. Mas não está já na hora? Olha que sim. Vá lá, tempo, estou à espera. Espero que não te tenhas esquecido, tu que és conhecido como o que repara tudo.
Ò tempo, olha que ainda aqui estou.
Life is a bitch
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